O que vem por ai…

Alguns segmentos de mobilidade estão sendo duramente afetados de maneira definitiva, como é o caso do setor aéreo, áreas ligadas ao desenvolvimento de veículos autônomos aceleram sua implantação nas grandes cidades.

Como as pessoas não vão à bares, restaurantes, aplicativos de entrega, como o 99Food, contabilizou aumento de pedidos da ordem de 20% em Belo Horizonte, só na primeira semana de quarentena, entre 20 e 30 de março, segundo a própria empresa.

As vendas por delivery de comida cresceram 94,67% entre janeiro e maio de 2020 na comparação com igual intervalo do ano anterior (Mobills).

Com a restrição da mobilidade e comércios fechados, as compras de produtos feitos pela internet, com entregas por correio ou transportadoras, aumentaram em 81% em relação ao mesmo período do ano passado (Abril de 2019). No mesmo mês, na cidade californiana de Irvine, a companhia sino-americana Pony.ai iniciou testes para realizar a entrega de mercadorias a partir de um Hyundai Kona elétrico que não necessita de um motorista. Para um futuro próximo, o mais provável é que os esforços para a automação fiquem concentrados nos veículos que percorrerão trechos curtos para entregas, o que pode incluir vans e utilitários, fortalecendo o conceito de #smartcities.

Desde abril de 2020, a Pony.ai iniciou testes para realizar a entrega de mercadorias a partir de um Hyundai Kona elétrico que não necessita de um motorista.

Além das grandes montadoras, Google, IBM, Uber e Amazon, são grandes companhias de tecnologia que estão desenvolvendo pesquisas próprias para a implantação de sistemas autônomos de direção. Carros elétricos, que não poluem.

Longe dos holofotes, a startup brasileira Hitech Electric anunciou o primeiro carro elétrico autônomo do Brasil: O e.coTech4.

O distanciamento urbano forçado, que o covid-19 impôs ao mundo, têm provocado mais do que uma simples reflexão sobre o #impactosocial das escolhas de mobilidade; está exigindo mudanças, que já estão ocorrendo no mundo inteiro.

A tendência de realizar atividades em casa pode significar uma diminuição de veículos na rua e o acesso a um transporte público que não é lotado, ao uso maior de bicicletas e patinetes, o que, como consequência, resulta em uma cidade menos poluída e mais inteligente.

Hoje, o distanciamento social têm impactado a mobilidade coletiva, até mesmo em locais onde esse modal de transporte funciona sem superlotações.

Há grandes oportunidades para a mobilidade proporcionadas pela tecnologia e por políticas públicas no incentivo às soluções #multimodal mais sustentáveis e seguras. O transporte de ônibus, bicicletas e carros elétricos, o uso de big data para o planejamento, monitoramento e controle, a integração dos serviços por #appmobilidadeurbana com o transporte coletivo, ciclistas e motoristas particulares, são mudanças visíveis, que devem ser um foco de observação dos governantes e empresários do setor.

VEJA TAMBÉM: O que é essa tal sustentabilidade?

A #Ecomilhas utiliza os dados para auxiliar nas estratégias que incentivam os usuários B2C a mobilidade sustentável por meio de #milhasurbanas, conectando um #marketplacesocial que entrega valor com #inteligênciaparamobilidadeurbana que auxilia na expansão dos negócios e estratégias para engajamento e fidelização, VEJA MAIS AQUI.

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