A expansão da população cria padrões de urbanização no Brasil, predominantemente os maiores pontos de interesse estão centralizados (postos de trabalho, escolas, shoppings), enquanto a porção mais vulnerável dos cidadãos se encontram ao redor, na periferia.

Rio de Janeiro: 18,2 KM separam a Rocinha e o centro da cidade do Rio de Janeiro.

Devido a esse tipo de distribuição, os transportes que incentivam a #sustentabilidade são pouco estimulados, primeiramente por fatores sociais como renda, faixa etária e gênero, além de fatores físicos como grandes distâncias dos pontos de interesse, infraestrutura de baixa qualidade e falta de segurança.

Frente a esse cenário, é necessário encontrar formas de medir a mobilidade e como se movimentam as pessoas, para uma melhor tomada de decisões e adoção de políticas de incentivo a mobilidade urbana sustentável. Para isso, são utilizados indicadores que traduzem a movimentação das pessoas a números, a fim de descobrir tendências como abordado no último texto de nosso blog, quem está fazendo a mobilidade acontecer em tempos de pandemia são os bike delivery e neste sentido, eles entram como estatística para estimar as métricas da mobilidade urbana

Um dos mais famosos modelos para comparação é o Índice de Mobilidade Urbana Sustentável (IMUS) de 2008, que organiza hierarquicamente (distribuição por meio de média ponderada), 87 indicadores cuidadosamente selecionados e de fácil obtenção para refletir diversos impactos e perspectivas da #mobilidadeurbanasustentavel.

Para ser aplicado em uma cidade, primeiramente, é necessária a busca e análise da qualidade e fidedignidade de dados que podem ser encontrados não tão facilmente em órgãos, secretarias e gestoras. A partir do momento que é aplicado, o método permite a identificação de fatores críticos e de maior impacto para a mobilidade sustentável bem como a contribuição de cada indivíduo em relação ao todo, o que auxilia na formulação de modelos de urbanização, modernização de vias existentes, estratégias e alocação otimizada de recursos.

É possível integrar vários modais de transportes, mesmo numa grande metrópole, em benefício da população.

Neste sentido, a #ecomilhas utiliza os dados para auxiliar nas estratégias de criação do app que incentiva aos usuários B2C a mobilidade urbana por meio de #milhasurbanas, conectando um #marketplacesocial que entrega valor com #inteligenciaparamobilidadeurbana que auxilia na expansão dos negócios e estratégias para engajamento e fidelização.